Compartilhando a Dor

Esse é um relato pessoal de uma missionária que serve há mais de 10 anos em missão transcultural fora do Brasil.

Leia, ore e reflita no que você pode servir a um missionário.

Aja!

Se você precisar (se quiser saber como pode servir a um missionário), converse comigo (Júlio Heleno) pelo WhatsApp +55 61 98147-2584

Sinto doer, tenho vontade de chorar, já pensei em retroceder, mas sigo para o alvo, não me distancio da Palavra e busco nela a força necessária para continuar.

Sinto doer, mas não sei exatamente onde dói, impossível definir se no peito, no corpo ou na alma.

Sinto doer quando as pessoas recusam receber o dom precioso da salvação. Quando pessoas que tanto amamos e investimos, ainda não encontraram forças para buscar em Cristo a solução.

Sinto doer quando vejo tantos mergulhados em cerimônias e, escravizados, não conseguem enxergar a luz.

Sinto doer quando me vejo com uma carga pesada e não tenho alguém para me ajudar, quando não tenho amparo e suporte, quando muros precisam ser erguidos e não tenho nem os tijolos.

Sinto doer quando me vejo como uma estatística, mais um número, mais uma despesa, mais um problema a ser resolvido.

Sinto doer quando não vejo ninguém se colocar em meu lugar para tentar sentir a dor que é criar os filhos longe dos avós, dos tios, dos primos, do que preciosamente conhecemos como família.

Sinto doer quando vejo que não há pra onde ir, não há com quem falar, que o único refúgio que se tem é o Eterno.

Ser encontrada por Ele nesse momento de dor refrigera minha alma, me ajuda e me anima, de uma forma inexplicável, a prosseguir.

Amo sorrir e compartilhar tantos milagres que temos experimentado, mas hoje não consigo, não pela ausência dos milagres, mas pela presença da dor.

Hoje dói, mas a Palavra me garante que o choro pode até durar uma noite, mas minha esperança continua no Eterno, Naquele que me faz amanhecer em contentamento.

Priscila Alencar

Sobre missoesemsuasmaos

Missões em suas mãos nasceu da importância de considerar a caminhada.

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